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Soluções · Backup & Disaster Recovery

Toda a gente faz backup. Poucos conseguem recuperar.

Um backup que nunca foi testado é só uma suposição. A ITPOINT desenha, implementa e opera a sua estratégia de backup e continuidade — imutável, externa e ensaiada — para que um desastre seja recuperável, não fatal.

Duas perguntas definem a sua estratégia.

Antes de falar de produtos, respondemos a estas duas. Elas determinam tudo o que vem a seguir — e o custo.

RPORecovery Point Objective

Quantos dados pode perder?

É a janela entre cópias. Um RPO de 24h significa que, no pior caso, perde um dia de trabalho. Quanto menor, mais frequente (e cara) a proteção — equilibramos com o risco real.

RTORecovery Time Objective

Quanto tempo pode estar parado?

É o tempo até voltar a operar. Uma loja online não tolera horas; um arquivo talvez tolere um dia. O RTO certo evita pagar por velocidade que não precisa — ou faltar quando precisa.

A regra que seguimos

3-2-1-1-0 — sem atalhos.

O padrão moderno de proteção de dados. Cada número fecha uma porta a um tipo de desastre.

3
cópias dos dados

O original e duas cópias — redundância contra falhas e erros.

2
suportes diferentes

Em dois tipos de media distintos, para não falharem juntos.

1
cópia externa (offsite)

Fora das instalações — incêndio, roubo ou inundação não a apanham.

1
cópia imutável / offline

Que não pode ser alterada nem apagada — nem por ransomware.

0
erros na recuperação

Recuperação testada e verificada. A cópia que funciona quando precisa.

À prova de ransomware

O backup é o último — e mais visado — alvo.

O ransomware moderno procura e apaga as cópias primeiro. Por isso a defesa do backup é tão importante como a dos dados.

Imutabilidade

Cópias que não podem ser alteradas nem apagadas durante um período definido (object lock) — nem por um administrador comprometido. A última linha de defesa.

Recuperação limpa

Deteção de malware nas cópias e restauro para um ambiente verificado — para não trazer a ameaça de volta com os dados.

Recuperação testada

Testes de restauro automáticos e calendarizados. Não esperamos pelo desastre para descobrir se o backup presta.

Continuidade do negócio

Quando recuperar ficheiros não chega.

Há cargas que não podem esperar por um restauro. Para essas, desenhamos um plano de Disaster Recovery: réplicas prontas a arrancar, failover orquestrado e um RTO medido em minutos, não em dias.

  • Replicação para um site ou cloud de recuperação
  • Failover orquestrado e documentado (não improvisado)
  • Testes de DR sem impacto na produção
  • Planos alinhados com o RPO/RTO de cada carga

Backup & DR, sem ilusões.

Já tenho backup. Preciso de mais alguma coisa?

Provavelmente sim. As perguntas certas são: a cópia é imutável? Existe uma cópia externa? E — a mais importante — quando foi a última vez que testou um restauro completo? É aí que a maioria das estratégias falha.

Qual a diferença entre backup e disaster recovery?

O backup recupera dados (ficheiros, bases de dados); o DR recupera a operação (sistemas a funcionar) dentro de um tempo-alvo. Precisa dos dois, dimensionados ao que cada carga tolera perder e parar.

O backup na cloud é seguro contra ransomware?

Só se for imutável. Uma cópia na cloud que pode ser apagada com as credenciais certas não protege contra ransomware. Configuramos imutabilidade (object lock), por exemplo com Wasabi + Veeam.

Se perdesse tudo hoje, em quanto tempo voltava?

Se não sabe a resposta com confiança, vale uma conversa. Avaliamos a sua estratégia atual e propomos a que falta.

  • Resposta em 1 dia útil
  • Avaliação de RPO/RTO e da estratégia atual
  • Plano com imutabilidade e recuperação testada

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